Agamenon Almeida

Semeai esperanças: é este o passaporte para a felicidade.

Diário
28/12/2009 13h35
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Publicado por Agamenon Almeida em 28/12/2009 às 13h35
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25/12/2009 16h34
a Vida e o Sonho
A VIDA E O SONHO
 
Há um tipo de homem que tem grande desprezo pelo “imediatismo”, tenta cultivar sua vida interior, baseia seu orgulho em algo mais profundo e íntimo. Ele está um pouco mais preocupado com o que significa ser uma pessoa, com individualidade e originalidade. Gosta de solidão e recolhe-se periodicamente para refletir, talvez para acalentar idéias sobre seu eu secreto, do que poderia ser. Este, depois de tudo dito e feito, é o único problema real da vida, a única preocupação valiosa do homem: qual é o verdadeiro talento de cada um, seu dom secreto, sua autêntica vocação? De que maneira se é verdadeiramente ímpar, e como se pode expressar essa originalidade, dar-lhe forma, dedicá-la a algo para além de si mesmo? Como pode a pessoa tomar seu ser interior privado, seus anelos, e usá-los para viver mais caracteristicamente, para enriquecer tanto a si quanto à humanidade com a qualidade peculiar de seu talento? Na adolescência, a maioria de nós vibra com esse dilema, expressando-o seja por palavras e pensamentos, seja por uma simples dor surda e aspiração. Mas, em geral, a vida nos leva para atividades padronizadas.
 
O sistema social de heróis no qual nascemos traça trilhas para nosso heroísmo, trilhas com que temos de nos conformar, às quais nos amoldamos de modo a poder agradar aos outros e tornamo-nos o que eles esperam que sejamos. E, em vez de trabalhar nosso segredo íntimo, aos poucos o escondemos e esquecemos, enquanto nos tornamos homens exclusivamente exteriores, empenhados continuamente no padronizado jogo de heróis no qual estamos por acidente, ligação de família, patriotismo reflexo, ou pela simples necessidade de comer e o impulso de procriar.
 
O “introvertido”  não conserva essa busca interior plenamente viva ou consciente; esta representa algo mais que um problema vagamente consciente, como sucede com o homem imediatista engolido pela máquina. O introvertido acha que é um pouco diferente do mundo, tem algo em si que o mundo não pode refletir, não pode, em seu imediatismo e superficialidade, apreciar; e assim ele se mantém um tanto afastado desse mundo. Mas não em excesso, não completamente. Seria tão bom ser o que ele quer ser, concretizar sua vocação seu talento autêntico, porém é arriscado, poderia transformar seu mundo inteiramente. Afinal de contas, ele é basicamente sonhador, está em uma posição conciliatória: não é um homem imediatista, nem tampouco um homem real, apesar de dar a aparência disso.
 
E assim ele vive em uma espécie de “incógnito”, contente de divertir-se (em seus periódicos momentos de solidão) com a idéia do que poderia realmente ser; contente de insistir numa “pequena diferença”, de orgulhar-se, em seu mais recôndito íntimo, dos seus sonhos.
 
Texto extraído do livro ”A Negação da Morte” de Ernest Becker

Publicado por Agamenon Almeida em 25/12/2009 às 16h34
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02/09/2009 21h16
FELIZES
Felizes aqueles que sabem olhar seriamente as pequenas e as grandes coisas com calma;
Porque irão mais longe na vida.

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19/07/2009 12h40
ACREDITEI NOS SONHOS
Acreditei nos sonhos. Jamais questionei se seriam possíveis. E fui levando a vida na firme convicção de que tudo pode acontecer se se tem a certeza para esperar. E tudo acontece quando chega o momento certo.

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08/12/2008 18h29
MAS EU SEI...
          Um senhor de idade chegou a um consultório médico, para fazer um curativo em sua mão, na qual havia um profundo corte. Muito apressado, pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso e não podia chegar atrasado. O médico que o atendia, curioso, perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.
            O simpático velhinho lhe disse que toda a manhã ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado.
            O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:
- Então hoje ela vai ficar muito preocupada com sua demora?
            No que o velhinho respondeu:
- Não, ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos que ela não me reconhece mais.
            O médico então questionou:
- Mas então pra que tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o reconhece mais?
            O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:
- Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é!
            O médico teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava...


Publicado por Agamenon Almeida em 08/12/2008 às 18h29
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