Agamenon Almeida

Semeai esperanças: é este o passaporte para a felicidade.

Diário
08/07/2010 09h11
VIDA
Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, “quebrei a cara muitas vezes”!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz e me apaixonei por um sorriso.

Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi, e ainda vivo!

Não passo pela vida…

E você também não deveria passar!

Viva!

Bom
mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão, perder com classe
e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é “muito” pra ser insignificante.



Obs.: Compilação de um texto de Charles Chaplin .

Publicado por Agamenon Almeida em 08/07/2010 às 09h11
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25/12/2009 17h34
a Vida e o Sonho
A VIDA E O SONHO
 
Há um tipo de homem que tem grande desprezo pelo “imediatismo”, tenta cultivar sua vida interior, baseia seu orgulho em algo mais profundo e íntimo. Ele está um pouco mais preocupado com o que significa ser uma pessoa, com individualidade e originalidade. Gosta de solidão e recolhe-se periodicamente para refletir, talvez para acalentar idéias sobre seu eu secreto, do que poderia ser. Este, depois de tudo dito e feito, é o único problema real da vida, a única preocupação valiosa do homem: qual é o verdadeiro talento de cada um, seu dom secreto, sua autêntica vocação? De que maneira se é verdadeiramente ímpar, e como se pode expressar essa originalidade, dar-lhe forma, dedicá-la a algo para além de si mesmo? Como pode a pessoa tomar seu ser interior privado, seus anelos, e usá-los para viver mais caracteristicamente, para enriquecer tanto a si quanto à humanidade com a qualidade peculiar de seu talento? Na adolescência, a maioria de nós vibra com esse dilema, expressando-o seja por palavras e pensamentos, seja por uma simples dor surda e aspiração. Mas, em geral, a vida nos leva para atividades padronizadas.
 
O sistema social de heróis no qual nascemos traça trilhas para nosso heroísmo, trilhas com que temos de nos conformar, às quais nos amoldamos de modo a poder agradar aos outros e tornamo-nos o que eles esperam que sejamos. E, em vez de trabalhar nosso segredo íntimo, aos poucos o escondemos e esquecemos, enquanto nos tornamos homens exclusivamente exteriores, empenhados continuamente no padronizado jogo de heróis no qual estamos por acidente, ligação de família, patriotismo reflexo, ou pela simples necessidade de comer e o impulso de procriar.
 
O “introvertido”  não conserva essa busca interior plenamente viva ou consciente; esta representa algo mais que um problema vagamente consciente, como sucede com o homem imediatista engolido pela máquina. O introvertido acha que é um pouco diferente do mundo, tem algo em si que o mundo não pode refletir, não pode, em seu imediatismo e superficialidade, apreciar; e assim ele se mantém um tanto afastado desse mundo. Mas não em excesso, não completamente. Seria tão bom ser o que ele quer ser, concretizar sua vocação seu talento autêntico, porém é arriscado, poderia transformar seu mundo inteiramente. Afinal de contas, ele é basicamente sonhador, está em uma posição conciliatória: não é um homem imediatista, nem tampouco um homem real, apesar de dar a aparência disso.
 
E assim ele vive em uma espécie de “incógnito”, contente de divertir-se (em seus periódicos momentos de solidão) com a idéia do que poderia realmente ser; contente de insistir numa “pequena diferença”, de orgulhar-se, em seu mais recôndito íntimo, dos seus sonhos.
 
Texto extraído do livro ”A Negação da Morte” de Ernest Becker

Publicado por Agamenon Almeida em 25/12/2009 às 17h34
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02/09/2009 21h16
FELIZES
Felizes aqueles que sabem olhar seriamente as pequenas e as grandes coisas com calma;
Porque irão mais longe na vida.

Publicado por Agamenon Almeida em 02/09/2009 às 21h16
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19/07/2009 12h40
ACREDITEI NOS SONHOS
Acreditei nos sonhos. Jamais questionei se seriam possíveis. E fui levando a vida na firme convicção de que tudo pode acontecer se se tem a certeza para esperar. E tudo acontece quando chega o momento certo.

Publicado por Agamenon Almeida em 19/07/2009 às 12h40
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08/12/2008 19h29
MAS EU SEI...
          Um senhor de idade chegou a um consultório médico, para fazer um curativo em sua mão, na qual havia um profundo corte. Muito apressado, pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso e não podia chegar atrasado. O médico que o atendia, curioso, perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.
            O simpático velhinho lhe disse que toda a manhã ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado.
            O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:
- Então hoje ela vai ficar muito preocupada com sua demora?
            No que o velhinho respondeu:
- Não, ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos que ela não me reconhece mais.
            O médico então questionou:
- Mas então pra que tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o reconhece mais?
            O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:
- Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é!
            O médico teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava...


Publicado por Agamenon Almeida em 08/12/2008 às 19h29
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